Oslo
(21 e 22 de setembro de 2013)
Há um tempão planejava ir a Oslo, sei lá porquê. Talvez porque lá viveu o meu pintor favorito, Munch, e lá está o meu quadro favorito, O Grito. Ou simplesmente porque eu cismo que preciso viajar e vou (é mais por aí...).
(21 e 22 de setembro de 2013)
Há um tempão planejava ir a Oslo, sei lá porquê. Talvez porque lá viveu o meu pintor favorito, Munch, e lá está o meu quadro favorito, O Grito. Ou simplesmente porque eu cismo que preciso viajar e vou (é mais por aí...).
Em 2007,
comprei uma passagem pela Ryanair, que na época tinha preços bem mais baixos (e ainda
não vendiam raspadinhas a bordo). Paguei apenas 1 centavo (!) e não pensei duas
vezes quando desisti da viagem para estudar para o IELTS. Precisava de uma boa
nota para ser aceita no mestrado e 1 centavo não é exatamente o que eu
considero uma grande perda.
De 2008 a
2010, por conta do mesmo inferno mestrado, nem sonhei em viajar.
Em 2011,
achei que era hora de reprogramar a ida a Oslo mas, na mesma época, um atirador
maluco matou várias crianças em uma escola. Não era bem o momento de ir.
Em 2012, comprei minha passagem para o começo de
2013. Já não custava mais 1 centavo, mas 40 libras. O que
não pensei na hora do consumismo da compra, é que a passagem era para o
meio de janeiro...
... e meio
de janeiro significa inverno de matar.
Acordar de madrugada para ir para o aeroporto, a -5C, na escuridão total, sozinha, para ir para um lugar ainda mais frio, não é nada convidativo. O despertador alarme do celular tocou, acordei, virei para o outro lado e continuei dormindo. O que são 40 libras comparadas a dormir no quentinho até mais tarde, com o mundo congelando lá fora, né, minha gente?
Lição aprendida, comprei a nova passagem para setembro. E desta vez fui (morrendo de medo do avião cair porque eu já achava que havia um carma nisso tudo).
Se valeu a pena tanto ensaio? Oras, viajar sempre vale a pena! Mas, sinceramente, Oslo não surpreende. Talvez seja esse mesmo o ponto dos países nórdicos: algumas de suas cidades mais famosas não impressionam tanto (exceção a Estocolmo, que é linda de morrer!), mas a qualidade de vida é fenomenal. Bom, isso é o que dizem, porque só sendo morador para saber. Para turistas, a única impressão que fica é que uma pequena saladinha em um restaurante pode sair por 17 euros. Sem molho.
Ah! E todo atraso nesta viagem teve uma razão de ser, que não a queda do avião. 2013 foi o ano do 150o aniversário do nascimento do Munch, e eu pude ver essa exposição maravilhosa, divida entre o Museu Munch e o Museu Nacional:
E, claaaaro, vi O Grito.
Algumas fotinhas de Oslo:
Fly, baby, fly
Quando cheguei, dei de cara com uma maratona. Pena que eu não tinha levado o meu tênis #not
Museu Nacional de Artes, onde estava uma parte da exposição dos 150 anos de nascimento de Munch
Centrão
Centrão




